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CONTRAOFACILITISMO

Blog para debater ideias que recusem o facilitismo em educação.

CONTRAOFACILITISMO

Blog para debater ideias que recusem o facilitismo em educação.

Março 20, 2019

Mais um exemplo de facilitismo: testes de consulta

vai-teaosprofessores

Faz sentido fazer testes com consulta nos profissionais? Faz se incluído num processo de ensino/aprendizagem em que os alunos criam um caderno pessoal e depois é permitido o uso desse caderno para consulta no teste. Faz sentido num mundo em que o problema não é ter informação mas saber usá-la.

Não faz sentido fazer um teste muito exigente do ponto de vista da ligação da matéria e saber aplicar a matéria a outros contextos, sem treinar os alunos para isso. Aqui o teste de consulta torna-se numa armadilha porque pede-se o que não se ensinou (verificável no caderno do aluno por si construído) permitindo o recurso à internet. Isto foi feito comigo ainda no tempo das enciclopédias, isto é, o nível de exigência não era compatível com o ensinado, mas o professor dava ares de modernidade e vanguardismo.

Mas uma fraude total é permitir o uso do telemóvel e o aluno comunicar o teste para fora da aula e alguém o resolver e enviar as respostas por SMS ou outra forma de comunicação. Assisti a uma situação destas,  intervi e comuniquei ao colega e depois os alunos ainda gozaram comigo e chamaram-me bufo, porque o colega ignorou a minha comunicação.

Março 13, 2019

A discrepância entre a nota interna e a nota de exame.

vai-teaosprofessores

Uma das consequências da pedagogia diferência é diminuir o grau de exigência ou arranjar formas de recuperação do aluno, como repetir numa questão de aula o grupo onde teve menor nota, substituindo a nova cotação obtida com a questão de aula pela anterior. Esta estratégia, tem vantagens obriga o aluno a estudar a parte mais fraca do teste, mas também permite subir as notas. Face a estas novas pedagogias, mais centradas no aluno como indivíduo as notas internas tendem a subir.

Já antes destes novos processos pedagógicos a nota interna tinha um bónus de 20% para os alunos bem comportados, em termos de assiduidade, comportamento e empenho. Desta maneira as notas internas já refletiam outros fatores além da avaliação sumativa (as notas dos testes) fazendo com que as notas subissem.

Nos ratings temos como consequência que estas inovações aumentam a discrepância entre a nota interna e a nota externa, descendo as escolas que aderiram a esta pedagogia incentivada pelo atual ME nos ratings.

O mesmo ME propos uma nova forma de avaliação das escolas baseada no percurso do aluno e neste novo raking estas escolas apresentam uma boa prestação, sendo premiadas com mais um horário que deve ser usado exclusivamente para coadjuvações e apoios.

O problema da coexistência destas duas formas de avaliar as escolas é que o sistema de acesso ao superior não foi alterado e pode acontecer que as escolas que apostam no segundo rating esteja a prejudicar o acesso dos seus alunos ao ensino superior.

Concluindo quem governa tem de ter coragem política para escolher um modelo ou outro, o modelo hibrído pode ser uma armadilha no acesso ao ensino superior.

Fevereiro 27, 2019

O que mudou e o que não mudou nestes 4 anos de governo na educação?

vai-teaosprofessores

O que não mudou foi o número de alunos por turma, continuo a ter turmas de 29/30 alunos. Não mudou o acesso às tecnologias da informação, continuamos com 5 salas com computadores para 50 turmas, uma para cada 10, logo dar aulas em condições do século XXI é só a pedido e sujeito a lista de espera. O ensino profissional continua a não ter condições para se lecionar em boas condições as disciplinas técnicas, pois continua a usar-se uma sala normal, quando se deveria usar pelo menos salas com computadores ou salas especializadas. 

O que mudou, foi a pedagogia diferenciada, isto é adaptar o ensino às caraterísticas / capacidades do aluno, generalizaram-se as aulas de coadjuvanção, mas estando estas a acontecer uma vez por semana, no melhor dos casos, ou uma vez de 15 em 15 dias, ou seja aulas coadjuvadas em 1/6 ou em 1/10 a 1/12 do total das aulas, portanto com um impacto pouco significativo. Temos agora uma nova área curricular de cidadania e desenvolvimento que é um remake da área escola e que permite tratar temas de interesse para a sociedade.

A pedagogia diferenciada é uma forma de combater o insucesso escolar, mas alterando o nível de exigência, ou melhor permitindo haver diversos níveis de exigência. Aqui surge a maior indefinição das alterações feitas: baixa-se o nível de exigência mas não se acaba com as avaliações externas no 9º ano e secundário, ou seja, se o que interessa é o perfil do aluno e seu progresso, porque não ter coragem de acabar com as avaliações externas e transferir o acesso ao superior para este, corolário lógico do perfil do aluno e da educação inclusiva e suas medidas universais?

Concluindo, as condições em que se leciona (alunos por turma e salas equipadas com TICs) não foram melhoradas porque isso exigia investimento. Procura-se dar uma educação integral via perfil do aluno, mas faltou a coragem de alterar a avaliação externa e o acesso ao superior que mede somente os conhecimentos escolares (cada vez menos importantes com o acesso rápido à informação)  e não as competências adquiridas, pelo que fica somente uma baixa do nível de exigência para alguns alunos via pedagogia diferenciada, com vista a melhorar os resultados.

Já à muito se conhece esta tática social que é desvalorizar os graus de ensino e transferir para o nível seguinte a exigência, daqui resultando uma desvalorização social dos níveis de ensino mais baixos que prejudicam a ascensão social, uma vez que aumenta os gastos com a educação das famílias (exigindo um esforço suplementar aos mais pobres), sem a correspondente recompensa social e correspondente melhoria social dos seus filhos.

Fevereiro 20, 2019

Ainda a propósito da greve dos enfermeiros

vai-teaosprofessores

O que se está a passar com a greve dos enfermeiros deve-nos preocupar a todos. Não li o parecer da PGR, mas o que salta à vista é que o direito à greve está a ser posto em causa, por um governo do PS, com apoio da esquerda, que se tem calado e tem tomado posições sectárias sobre algumas situações.

Veja-se, no caso dos professores, o desprezo dos sindicatos com a ILC, foi flagrante, estando estampado que ou são os sindicatos (Fenprof) a fazer ou outras iniciativas são divisionistas. Ora eu acho o contrário, foi a Fenprof que foi divisionista (estou à vontade sou sindicalizado no SPN) e tentou bloquear uma iniciativa dos cidadãos.

Depois com a greve de enfermeiros, quem não se lembra daquelas declarações de que fazer greve é perder o salário dos dias de greve, senão estaremos perante «greves burguesas», com a hipótese de haver interesses privados que a estejam a financiar, através do crowdingfund, cuja lei foi aprovada por todos os partidos há pouco mais de 2 anos - traduzi em linguagem própria a situação para tornar a minha ideia mais assertiva. Aqui o que se passa é tirar-se partido das novas tecnologias, o que pode enfraquecer o poder dos sindicatos instalados e colocar o poder perante novos desafios, que respondem limitando o direito à greve? Estamos perante uma velha questão: há os que se adaptam aos novos tempos e os que ficam cristalizados, correndo o risco de serem ultrapassados. Mas nada disto justifica que se tente limitar o direito à greve quando esta tem forte impacto.

Outra questão é a defesa do serviço nacional de saúde. Mas esta defesa pouco tem a ver com greves, tem a ver com o facto de Portugal já ter 40% da saúde entregue a privados, contra 15% na Europa; tem a ver com políticas de promoção dos privados à custa do SNS; tem a ver com a intenção deliberada de enfraquecer certos serviços públicos para promover o recurso aos privados; tem a ver com o subaproveitamento da capacidade instalada para favorecer privados.

 Concluindo, estamos perante um ataque ao direito à greve, em que por taticismo embarca alguma esquerda, receosa de perder poder (o governo a desejada maioria absoluta, a outra esquerda a hegemonia sindical), e devemos evitar introduzir a questão da defesa do SNS neste contexto, pois o seu ataque é quotidiano e leva décadas e a questão da greve só serve para desviar as atenções deste ataque. Parece-me correta a nova lei de bases da saúde que vai abrir caminho para que alguns recursos financeiros regressem ao SNS e deixem de ser para promover os privados. É por aqui que passa a defesa do SNS, aplicar nele a maioria dos recursos financeiros.

Fevereiro 13, 2019

A luta dos professores e outras lutas

vai-teaosprofessores

Depois de anos de austeridade todas as classes profissionais têm reivindicações a fazer. Como os recursos são limitados, a satisfação das mesmas vai depender da capacidade de mobilização de cada classe profissional. Ou seja, os que conseguirem ter mais impacto serão os que terão hipótese de ganhar alguma coisa. Claro que as reivindicações mais radicais terão menos hipóteses de ser atendidas, porque o governo receia o efeito de arrastamento - no caso dos enfermeiros acho que o salário de entrada pedido e a questão da reforma foram excessivas na minha opinião face à conjuntura.

Como disse o Guinote no seu excelente artigo de ontem no público, os professores falharam em arranjar lutas criativas, enquanto os enfermeiros conseguiram arranjar formas de luta inovadoras e de grande impacto. A questão do financiamento já tinha sido ensaiada por nós (professores) em greves anteriores, mas agora a mobilização falhou, apesar de ter sido uma pedrada no charco o pré aviso de greve no final do ano letivo passado do STOP.

Por outro lado, há iniciativas de professores fora dos sindicatos, como a iniciativa de cidadãos na AR que está a ser boicotada pelas estruturas sindicais, ainda em fase de seguir o seu caminho.

A divisão de uma classe profissional entre os institucionais e os não institucionais é um absurdo e divisionista, mas de facto é o que está a acontecer e não facilita as lutas reivindicativas.

O governo quando está em luta com uma determinada classe lança uma campanha de desacreditação das reivindicações em causa, às vezes extravasando o razoável e denegrindo uma classe profissional.

No caso dos professores foram as notícias sobre o salário dos professores portugueses na OCDE, com dados incorretos, no caso dos enfermeiros agora o não cumprimento dos serviços mínimos, quando se ignora que já existiam listas de espera, mas agora é tudo culpa dos enfermeiros. São táticas de agitação e propaganda, para desculpar a falta de recursos alocados ao SNS e à educação dos governos e pôr o onus nos profissionais, mmesmo que a população tenha uma perceção diferente desssa classe, como a confiança nos professores.

Concluindo, temos de ser criativos e neste aspeto a greve dos enfermeiros é um exemplo par nos fazer refletir e evitar as divisões, que se acentuaram nos últimos anos, agora entre institucionais e não institucionais, além de que devemos estar preparados para o denegrir das profissões em luta feita cirurgicamente pelo poder.

Fevereiro 06, 2019

A questão tecnológica e a política educativa.

vai-teaosprofessores

Tenho vindo a alertar neste blog para as precárias condições de acesso às TICs na escola onde estou. Numa lógica de estudo de caso, a minha escola tem 5 salas informáticas para cerca de 40 turmas. Algumas disciplinas têm horário marcado nestas salas, porque o programa exige meios informáticos, mas outras, quem queira fazer um ensino diferente, baseado na pesquisa, têm de requisitar as ditas salas.

Nestas condições dar uma aula já com condições do século XXI é uma miragem porque não há salas de informática disponíveis. Uma delas até foi financiada pela associação de pais. Os computadores na maioria delas estão obsoletos, com mais de 15/20 anos de vida, tirando alguns oferecidos recentemente.

Mas o ministério passou por cima deste problema, ignorando-o, e agora num estudo internacional foi detetada a degradação tecnológica das condições de ensino em Portugal, concluindo que «são cada vez menos os alunos que podem contar com a escola para terem acesso ao mundo digital». Comparamos com países onde quase todas as salas estão bem equipadas tecnologicamente. Uma reportagem sobre uma sala de aula em França mostra computadores disponíveis para cada aluno, testes realizados num computador, etc. 

Mas em vez de ir resolvendo este problema o ministério da educação fez um passe de mágica, passou por cima deste problema que exige meios financeiros e colocou na agenda a flexibilixação curricular, que é uma tentativa de reorganizar a escola sem gastar dinheiro, exceto em formações.

Questiono-me se a questão tecnológica não devia acontecer antes da flexibilização curricular, na medida em que é um meio de a promover? Eu acho que seria essa a lógica, mas como não há (cão) dinheiro, avança-se (caça-se) com (gato) com a flexibilização curricular. Esta seria precisa, mas com autonomia, e seria mais fácil com meios tecnológicos adequados.

Janeiro 30, 2019

Balanço da experiência com o 10º ano

vai-teaosprofessores

Depois de um interregno de alguns anos voltei a lecionar um 10º ano.Foi uma decisão ponderada para fazer um trabalho de fundo durante 3 anos com os mesmos alunos, em cursos profissionais que têm tido turmas problemáticas. Antes apanhava-os só no 12º ano porque ninguém queria dar uma dada matéria e sobrava para mim, que não me importava.

No primeiro período houve uma luta para os fazer perceber que havia regras a cumprir e alguns deles influenciados pelos alunos do 11º e 12º ano tentavam repetir os erros dos colegas mais velhos, como não estar atentos nas aulas, chegar atrasados sistematicamente, comportarem-se nas aulas como num café. Com o fim do primeiro módulo houve quatro alunos sem aproveitamento, um deles fez a recuperação com sucesso. Alguns destes alunos tiveram de recuperar faltas injustificadas na biblioteca (devido a atrasos significativos) e nos casos de indisciplina e má educação houve a devida participação de ocorrência com conhecimento aos encarregados de educação pela DT.

Ao fim de um mês de aulas no segundo período já se nota aproveitamento em todos os alunos, num outro módulo, não há faltas injustificadas e atrasos e não há ocorrências disciplinares.

Cumprindo a legislação em vigor mas não deixando de haver consequências para as atitudes sancionáveis, acho que a minha aposta foi ganha e esta turma vai deixar de ter a má fama que as turmas dos alunos mais adiantados têm.

 

Janeiro 23, 2019

Introduzir «as questões de aula» na avaliação

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A avaliação estava, no passado, centrada nos testes, que incidiam sobre um volume grande de matéria. Uma forma possível de melhorar os resultados, sem entrar no facilitismo, é ter mais momentos de avaliação, que incidam sobre muito menos matéria e além disso, permite fazer a avaliação logo depois da matéria explicada, não havendo desfasamentos entre o ensino e a avaliação. Uma forma de concretizar esta estratégia é implementar as questões de aula.

Fi-lo agora de forma sistemática e já posso fazer uma avaliação dos resultados. Houve 8 negativas em 29 alunos, 27%. Portanto, os resultados não foram famosos ao nível das negativas, mas as notas foram mais altas nas positivas, tendo havido uma subida da média da turma.

Concluindo, o aluno que acompanha a matéria sobe as médias, mas o aluno desinteressado continua a não se empenhar, o que parece deslocar o problema para a motivação do aluno que é um obstáculo à mudança de estratégia do professor.

Janeiro 16, 2019

A pedagogia diferenciada e o justiça relativa

vai-teaosprofessores

Com os decretos 54 e 55 instituiu-se a pedagogia diferenciada, que consiste em tratar os alunos de forma diferenciada conforme as suas potencialidades. Já num post anterior tinha alertado para que este tratamento diferenciado pode criar injustiças relativas. Por exemplo se existirem testes diferentes, quem fez o teste teoricamente mais difícil e  tivesse feito o teste mais fácil, teria uma melhor nota. Em relação ao modelo antigo em que tínhamos perguntas mais diretas para 10/12 valores, depois mais 4/5 valores de grau de dificuldade intermédio  e os restantes para perguntas que exigem um raciocínio mais complexo, agora temos um teste diferenciado para alunos com mais dificuldades, com mais perguntas diretas ou só com perguntas diretas ou de escolha múltipla. 

Na nova legislação são as chamadas medidas universais para lidar com o insucesso, que podem ser aplicadas a todos os alunos que delas precisam, só por um período de tempo limitado ou permanentemente, conforme o tipo de dificuldade esteja relacionada com uma dada matéria ou se se verifica permanentemente.

Um grupo disciplinar decidiu aplicar um teste de recuperação limitado a um grupo de questões do teste inicial em que os alunos tenham tido pouca pontuação, ajudando-os a preparar esta recuperação, para alunos com notas negativas ou com 10 (considera-se o 10 uma nota de risco no exame), não podendo a nova nota ultrapassar os 11 valores, para limitar as injustiças a quem não teve a segunda oportunidade. Neste caso tenta-se mitigar a possibilidade de injustiças com o teto da nova nota nos 11 valores.

Concluindo, há uma alteração profunda na avaliação dos alunos decorrentes da pedagogia diferenciada, que cria injustiças relativas, que podem ser mitigadas com tetos das notas a atribuir na recuperação. 

Janeiro 09, 2019

Um exemplo de verdadeiro ensino profissional e de inserção

vai-teaosprofessores

Vi na semana passada um filme, com a ação localizada numa região fronteiriça dos EUA, com muitos alunos falantes de espanhol e problemas de legalidade. A história é esta: a direção da escola decide criar uma área de projeto, em que os alunos procuram competir num concurso numa universidade californiana, em que construindo um aparelho submersível teriam de desempenhar tarefas como fazer medições, retirar objetos, captar líquidos, etc.

Passando ao «the end», num confronto com universitários ganham o 1º lugar, utilizando soluções de engenharia rudimentares, mas eficazes e imaginativas, porque as suas soluções são de baixo custo. O orçamento foi de 800 $, um décimo dos seus concorrentes.

Este é o objetivo dos cursos profissionais, alncançar resultados palpáveis e estimular a criatividade e a resolução de problemas, com os recursos disponíveis.

No nosso país o ensino profissional, nas escolas secundárias, estão insuficientemente equipadas, aproveitando-se basicamente recursos humanos existentes, pelo que proliferam cursos mais teóricos que práticos. Nas escolas profissionais a realidade é outra, pelo menos em algumas que visitei.

Em relação ao exemplo do filme, o projeto tinha um professor dedicado, o empenho da direção em inserir alunos problemáticos, mostrando a diretora conhecimento pessoal de todos os alunos e a tentativa de envolver as famílias no apoio ao projeto.

Comparando connosco, com os mega agrupamentos, as direções não conhecem individualmente os alunos, poucos agrupamentos têm horas para profesores afetados a projetos especiais para alunos problemáticos.

Concluindo, o exemplo fala por si e realça as diferenças existentes entre as duas realidades, com Portugal com muito que fazer no âmbito da reorganização do ensino e para criar um ensino profissional mais consentâneo com os seus objetivos. A vertente de inserção social daqueles alunos também é um exemplo determinante nesta comparação.