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CONTRAOFACILITISMO

Blog para debater ideias que recusem o facilitismo em educação.

CONTRAOFACILITISMO

Blog para debater ideias que recusem o facilitismo em educação.

Maio 15, 2017

Ainda a propósito do concurso para Diretores: mais um caso.

vai-teaosprofessores

Em post anterior questionava, não a legalidade, mas a subversão do princípio democrático, de não haver uma eleição (indireta) que funcione como legitimação de um novo ciclo de poder, quando é o CG antigo a escolher o novo diretor e só depois se elege o novo CG.

Tomei conhecimento do que aconteceu para os lados de Felgueiras, em que o CG anterior escolheu um diretor, mas a eleição de um novo CG, escolheu outro Diretor(a).  Agora está tudo encaminhado para contencioso. Para se evitar estas situações é que defendo que, findo o ciclo de poder, haja por via eleitoral uma sufragação do que se passou no ciclo anterior, por exemplo,escolhendo-se haver continuidade ou mudança.

Esta situação mostra-nos um afastamento entre o legalmente estatuído, que permite reconduções e concursos pelo velho CG e os princípios democratas, que colocam em cima da mesa a sufregação de um mandato mediado por eleições, neste caso indiretas e por corpos. Esta dessintonia pode, como este caso mostra, criar instabilidade nas escolas, o que é mais uma razão para se fazer a revisão do modelo de gestão das escolas, onde devemos preferir uma gestão soft (colegial) do que uma gestão hard (pessoal), provando-se agora que esta última para além de ter matado a participação e a democracia nas escolas, também pode criar instabilidade.

 

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